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ciúmes

Tinham passado quatro meses, desde que Mariana nascera. Carlos Eduardo era um pai exemplar, era o seu ai jesus.
- Mariana olha o aviãozinho, abre a boca que ele vai entrar.
Mariana abria a boca e o avião entrava.
- Carlos Eduardo orgulho me muito de seres o meu príncipe e seres tão bom pai.
Maria Eduarda deixa Mariana na casa de uma amiga sua de longa data, Luísa de seu nome. Nesse dia tinha de levar uns turistas a visitar a torre dos clérigos e a igreja dos clérigos, também a cadeia da relação que hoje é um centro de fotografia.
Carlos Eduardo, quando estava lá em cima na torre, estava olhar para onde não devia. Maria Eduarda não estava nada a gostar da brincadeira.
- Tem cuidado para onde olhas, logo em casa falamos melhor.
Maria Eduarda estava a ter uma crise de ciúmes.
- Maria Eduarda estou a fazer uma visita à torre dos Clérigos, e a proporcionar esta maravilhosa vista.
Pensas que ando a ver mal, olha que eu vejo muito bem.
Maria Eduarda depois do trabalho foi buscar Mariana a casa de Luísa a sua amiga e desabafou com ela.
- O Carlos anda olhar para onde não deve. Fomos levar uns turistas à torre dos Clérigos e à cadeia da relação e ele só olhava para as francesas. Quando chegar a casa vou pôr o ponto nos IS.
- Tem calma Maria Eduarda, homem como Carlos Eduardo há poucos, ele é teu amigo, ama-te muito, é carinhoso contigo e é um bom pai.
- Nisso tens toda a razão, mesmo assim ele vai ouvir.
- Olha que muitas mulheres gostavam de estar no teu lugar, não te esqueças disso. Afirmava Luísa
Maria Eduarda quando chegou a casa, já tinha o jantar preparado na mesa, mas mesmo assim Maria Eduarda estava chateada com Carlos Eduardo.
- O jantar está pronto, não fizeste mais que a tua obrigação.
- Estás chateada comigo?
- Sim, estou e muito.

- Tens que me dizer porquê?
- Aí, não sabes.
- Vamos, mas é jantar que a conversa não está a ir por um bom caminho.
Os dois jantaram, Maria Eduarda estava com cara de poucos amigos. Carlos Eduardo dava as papas a Mariana e jantava ao mesmo tempo.
- Mariana olha o avião ele vai entrar.
Maria Eduarda pensa para os seus botões. – Carlos és um bom pai, és um amor, mas não vou dar o braço a torcer.
Carlos Eduardo lavava a louça, enquanto Maria Eduarda adormecia Mariana.
Depois de adormecer, foi ter uma conversa com Carlos Eduardo.
- Carlos já lavaste tudo.
- Sim, já lavei tudo e a Mariana já adormeceu?
- Sim, já adormeceu, agora vais-me explicar o que se passou hoje.
- Hoje não se passou nada.
- Andaste olhar para as francesas e eu não gostei nada.
- Eu só tenho olhos para ti e mais ninguém.
- Eu vi tudo, pensas que eu ando a ver mal.
- Não, mas tens que deixar de ser ciumenta.
- Eu não sou nada ciumenta.
Carlos Eduardo diz-lhe ao ouvido – és sim que eu sei. Quando acaba de dizer estas palavras beija-lhe a orelha.
- Não caio nas tuas falinhas mansas.
- Eu sei que tu me amas e eu também te amo muito. Carlos Eduardo segredava-lhe ao ouvido de Maria Eduarda esta frase.
Carlos Eduardo beija a orelha de Maria Eduarda, a boca de sabor a chocolate, as duas línguas se uniram numa só, beija-lhe o pescoço. Maria Eduarda deixa cair a máscara de durona, para ser a que ama incondicionalmente Carlos Eduardo. Tira-lhe a blusa e faz deslizar pela cabeça de Maria Eduarda. Tira-lhe o soutien, beija-lhe os seios, o umbigo e desaperta-lhe os botões das calças um por um. Beija-lhe as pernas e os pés.
Maria Eduarda tira a camisa de Carlos Eduardo e desabotoa os botões da camisa um por um, beija-lhe o peito, os braços, as mãos. Tira-lhe as calças e desliza o fecho das calças, beija as pernas musculadas.

Agora os dois olham-se profundamente e entram no pensamento de cada um. Beijam-se e de seguida Maria Eduarda tira os boxers de Carlos Eduardo e Carlos Eduardo tira a cueca de Maria Eduarda.
Os dois deitam-se na cama, já excitados e Carlos Eduardo penetra na vagina de Maria Eduarda.
- Sinto o teu pénis dentro de mim, perdoa-me Carlos Eduardo, por ter sido tão ciumenta.
- Claro que te perdoo és a minha bela adormecida, o amor da minha vida.
- E tu és o meu príncipe.
Carlos Eduardo aumentava o vai, vem e Maria Eduarda queria mais, os olhos de Maria Eduarda já brilhavam.
- Carlos Eduardo estás a deixar-me louca de prazer.
- Eu quero que fiques excitada de tanto amor que te tenho para te dar.
- Não pares, continua.
Maria Eduarda solta um gemido de tanto prazer e Carlos Eduardo beija-lhe os lábios
Carlos Eduardo continua a fazer amor com Maria Eduarda e quando terminaram os dois corriam água, de tanto suor, estavam exaustos. Caíram os dois num sono profundo.
De madrugada Carlos Eduardo acorda e vê Maria Eduarda a dar de mamar a Mariana. Carlos Eduardo beija na testa de Maria Eduarda e Mariana.
No dia seguinte os dois acordam ao mesmo tempo, já bem tarde.
Carlos Eduardo pergunta a Maria Eduarda – dormiste bem e gostaste de ontem?
Sim muito.
Carlos Eduardo toca na vagina de Maria Eduarda em movimentos circulares. Maria Eduarda junta a sua mão à de Carlos Eduardo e quando Maria Eduarda está a sentir um orgasmo, os dois colocam os dedos no clitóris de Maria Eduarda.
- Toma, Carlos Eduardo
- Sim, estou a sentir, obrigada minha bela adormecida, és a mulher da minha vida.
- Gostaste?

- Sim, vamos tomar banho os dois?
- Não, a Mariana pode acordar e depois não estamos cá!
- Fica para outra altura.

João Telo


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