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Mais uma surpresa

Num dia qualquer Carlos Eduardo leva as suas princesas a passear. Carlos Eduardo faz uma surpresa a Maria Eduarda e a Mariana.
- Para onde me levas? Perguntava Maria Eduarda
- Surpresa!
- Tu e as tuas surpresas.
- Vais-me dizer que não gostas das minhas surpresas, adoraste a última ou não?
- Sim, eu adorei, não gosto de ser a última a saber.
- Assim deixa de ser surpresa, mas vais gostar tenho a certeza, e não estás a gostar até agora.
Sim, estou a gostar, estamos a seguir o percurso do rio Douro que é lindo.
- Vais gostar ainda mais, tenho a certeza.
Maria Eduarda estava a gostar da surpresa, eram paisagens lindas, magnificas.
- Vamos parar.
- Sim, vamos parar para apreciar a paisagem.
É lindo, Carlos Eduardo nunca me desiludiste.
Os três pararam para apreciar a paisagem da Serra de Montemuro.
- Isto é lindo, vê-se daqui uma aldeia, aqui é tudo verde, respira-se melhor, o ar é diferente, é puro.
- Só te faço boas surpresas.
- Por isso te escolhi para seres meu príncipe. Dizia Maria Eduarda
- E tu és a minha bela adormecida.
- Pai, isto é lindo, és o melhor pai do mundo!
Os três partiram para almoçar.
- Vamos estacionar e vamos almoçar por aqui.
- Ainda é cedo, vamos conhecer esta vila e depois vamos almoçar.
- Está certo.
Os três foram passear e conhecer a vila de Castro Daire.
- Estão a gostar.

- Estamos. As duas princesas em conjunto.
- Ainda bem que sim.
- Tem uma entrada um pouco há quem, mas de resto é interessante, tem ao seu redor umas belas paisagens.
Os três almoçaram lá e depois partiram para a surpresa final de Carlos Eduardo.
- Agora para onde me levas.
- Levo-te para veres a minha surpresa.
- Ai sim! Quero muito ver essa tua surpresa.
Chegaram ao destino final.
- Carlos Eduardo isto é muito lindo, mas aqui a rede dá muito mal, melhor dizendo os telemóveis não funcionam.
- Para que queres o telemóvel se vens para aqui apreciar a natureza e ainda não te contei a surpresa.
- Ainda à mais, estou a ficar curiosa.
- Eu, também pai.
- Estás a gostar minha pimpolha.
- Sim, pai.
Os três tinham chegado a uma aldeia com magnificas paisagens, Maria Eduarda ainda não tinha descoberto a surpresa.
- Que ruas tão estreitas, onde me vieste trazer Carlos Eduardo.
- Ainda não viste nada, vais ver como isto é lindo.
- Como pode ser, os telemóveis não funcionam, nas ruas um carro mal passa.
- Deixa-la isso e vê as coisas pelo lado positivo.
Chegaram os dois ao adro da Igreja e pararam aí o carro.
- Que tal achas Maria Eduarda?
- É lindo, muito lindo.
- Olha lá para cima.
Maria Eduarda olhou lá para cima.
– Lá de cima vê-se toda aldeia e tem uma capelinha.
- Sim, vê-se a aldeia toda, tem uma capelinha em honra a Stª Barbara e dali belas paisagens conseguem se avistar.
- Que achas Mariana?
- Estou adorar pai.
- Vamos lá em cima Carlos Eduardo.
- Vamos, queres ir Mariana.
- Sim, pai.
Os três foram ver a aldeia de um ponto mais alto.
- Estou adorar Carlos Eduardo, adoro as tuas surpresas, és o meu príncipe, um dia quero acordar com um beijo teu.
- Sabes porque te trouxe aqui Maria Eduarda.
- Não.
- Gostava que o nosso casamento se realizasse aqui e a Mariana fosse a menina das alianças. Que achas?
- É um sítio lindo, um sítio magnífico, mas, mas, mas eu aceito.
- Pensei que ias dizer que não.
- Nunca ia dizer que não, tu és super romântico, tu pensas em tudo, tu sabes como agradar uma mulher.
- Mariana e gostavas de ser a menina das alianças?
- Sim, quero muito.
Os três partiram daquela aldeia, onde será o casamento do ano de Carlos Eduardo e Maria Eduarda.
Viram uma fonte no meio do caminho e pararam para beber.
- Carlos Eduardo olha uma fonte, vamos parar?
- Sim, vamos.
- Estamos em pleno verão e a água está gelada, parece que está a sair dum congelador.
- Vou buscar uma garrafa vazia para enchermos de água, e bebermos durante o caminho.
- Olha só as pessoas que estão à espera para nós sairmos.
Beberam a água, encheram as garrafas de água e partiram, naquela estrada sinuosa, onde viram maravilhosas paisagens.

João Telo

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