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Preparativos para o casamento

Carlos Eduardo já pensava nos preparativos para o casamento.
- Maria Eduarda vamos a começar a pensar no casamento.
- Sim, já escolhemos o sítio, agora é escolher a data e marcar com o padre, mas para isso temos de ir lá.
- E vamos, a Mariana fica cá.
- E com quem?
- Com a Catarina, a Mariana vai gostar de ficar com o namorado.
- Fica combinado, então.
- Fica.
Carlos Eduardo vai a casa de Catarina.
- Olá, Catarina!
- Olá, Carlos Eduardo!
- Senta-te.
- Obrigado.
- Ia-te pedir, se a Mariana podia ficar um dia contigo.
- Sim, pode claro, o Miguel vai adorar ficar com a namorada.
Carlos Eduardo levantou-se do sofá e Catarina diz-lhe:  
- És lindo, gosto dos teus olhos, beija-me.
- Catarina és linda, tens os olhos da cor do mar, mas eu amo outra pessoa.
- Eu gosto de ti, és belo.
- Já te disse eu amo a Maria Eduarda e nunca vou deixá-la.
Passado uns dias como combinado deixaram a Mariana na casa de Catarina.
- Mariana ficas com a Catarina e com o Miguel, agora juizinho.
- Eu porto-me bem pai.
- Ao final do dia, já devemos estar cá.
Mariana beija os pais e o mano Diogo. Seguem os três em viagem.
- Carlos Eduardo, já marcaste alguma coisa com o padre, para não aparecermos de surpresa.
- Sim, já só temos de marcar as datas.
- Mas ainda vamos ter, muito trabalho pela frente.
Enquanto os três iam na viagem, Mariana tinha ficado com Miguel ia ser um dia cansativo para os dois.
- Meninos hoje, eu é que mando, por isso, portem-se bem os dois. Dizia Catarina
- Sim, vamo-nos portar muito bem, prometo mãe.
- Esta tarde vamos passear muito, por isso preparem-se.
- Para onde vamos, mãe.
- Depois vocês vêem.
Depois do almoço foram os três passear.
- Já podes dizer, para onde vamos mãe.
- Sim, vamos ver uma exposição do corpo humano, na Alfândega do Porto.
Chegados, foram ver a exposição.
- Mãe é assim que somos debaixo da pele.
- Sim, somos, temos músculos, órgãos, ossos...
- Mariana olha como nós somos. Olha o esqueleto temos tantos ossos.
Os dois estavam entusiasmados com a exposição. Depois de verem a exposição, Catarina perguntou-lhes:
- Querem ir mais, a algum lado?
- Sim, queremos.
- Vamos ver o Palácio da bolsa fica em caminho.
Os três entraram, a Mariana e o Miguel ficaram admirados com a beleza da fachada, daquele edifício.
Carlos Eduardo e Maria Eduarda já estavam a tratar de marcar o casamento.
- Boa tarde sr. Padre!
- Boa tarde!
- Eu marquei com sr. Padre, para marcar a data do nosso casamento.
- Sim, já me lembro. Para quando querem marcar o vosso casamento?
- Daqui a um ano.
- Tenho uma data disponível, dia 24 de Julho.
- Para nós essa data pode ser.
- Vou marcar na minha agenda.
Depois de marcarem a cerimónia, vão tratar do copo d’ água.
- Eu conheço uma quinta aqui perto.
- Então vamos tratar disso, mas primeiro vamos parar porque o Diogo tem de mamar.
- Gosto de te ver quando estás amamentar o nosso pimpolho.
Os três foram visitar a quinta que em tempos foi uma mina.
- Olha Carlos Eduardo está ali gente.
- Boa tarde!
- Boa tarde que desejam!
- Queríamos marcar o nosso copo de água.
- E para quando é o vosso casamento.
- Dia 24de Julho do ano que vem.
- Deixe ver na minha agenda. Está livre, fica então marcado para esse dia.
Os três partiram de regresso com tudo resolvido. Enquanto isso, Mariana e Miguel estavam muito cansados, mal chegaram a casa, caíram na cama, de tanto cansaço.
- Vou buscar a Mariana.
- Vai Carlos Eduardo, que vou deitar o Diogo.
Carlos Eduardo chega a casa de Catarina.
- És tu Carlos Eduardo.
- Sim, sou.
- Entra, entra.
- Vim buscar a Mariana.
- Ela está muito cansada, andamos muito hoje. Estás cada vez mais belo
- E tu deves ter imensos pretendentes.
- Mas eu só te quero a ti.
- Eu já te disse que amo a Maria Eduarda, o que aconteceu entre nós não devia ter acontecido.
- Eu amo e sempre te vou amar.
- Tu és linda vais encontrar um homem, que te ame e que te trate como mereces.



João Telo

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