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Ida ao cinema

Numa quarta-feira do mês de Dezembro, Mariana e Miguel, combinaram uma ida ao cinema.
- Queres ir ao cinema comigo, Miguel?
- Sim, que filme, queres ir ver?
- Carros 3.
- Gosto Mariana, mas tenho de preguntar à minha mãe, se posso ir.
- Eu também tenho.
- Não perguntaste ainda!
- Primeiro, queria saber a tua opinião.
- A minha opinião é que gosto do filme, e da companhia.
Mariana pergunta, ao Pai se pode ir ao cinema.
- Quero ir ao cinema, posso?
- Com quem vais?
- Vou com o Miguel.
- A tua mãe não te deixa ir, nem a dele.
- Tens razão.
- Sabes, vamos todos juntos.
Miguel fala com a mãe, se pode ir ao cinema.
- Quero ir ao cinema, mãe.
- Vamos os dois!
- Não, eu quero ir com a Mariana.
- Já falaste, com ela
- Sim, já.
- Ela vai sozinha, contigo?
- Sim, vai mãe.
- Eu vou falar, com o pai da Mariana e ver, se isso é verdade!
No dia seguinte, Catarina encontra Carlos Eduardo.
- Olá Carlos Eduardo!
- Olá catarina!
- Como estás.
- Eu estou bem, obrigado. O meu filho contou-me que quer ir ao cinema com a tua filha.
- A Mariana contou-me, o mesmo, mas é melhor irmos todos juntos.
- Sim é melhor, que filme vamos ver?
- Carros 3
- No domingo, encontramo-nos todos, à porta da bilheteira.
- Está, combinado.
- Domingo, sempre vamos ao cinema!
- Sempre, falaste com mãe do Miguel, pai.
- Sim e ficou combinado, irmos todos juntos ao cinema.
Mariana estava contente, por ir ao cinema, com o seu namorado.
Chegou o domingo, e todos foram ao cinema, o Diogo ficava com a amiga de Maria Eduarda, Luísa.
Chegaram à bilheteira, já lá estava Catarina e o Miguel.
- Pai, o Miguel já chegou.
- Já estou a vê-lo.
         Todos cumprimentaram-se.
- Olá Catarina, tudo bem.
- Sim e com vocês.
- Bem, obrigado.
Miguel beijou na boca de Mariana.
- Gosto dos teus beijos.
- És linda, Mariana a tua boca é doce. Vamos ver o filme.
- Vamos comprar, os bilhetes.
Depois de comprarem os bilhetes, foram para a sala de cinema, ver o filme, sentaram-se nas últimas filas. Enquanto o filme não começava Carlos Eduardo falava Maria Eduarda.
- Lembras-te quando te levei ao cinema.
- Sim, lembro-me, fomos ver o king kong.
- Tu estavas cheia de medo.
- Agarrei-te muitas vezes, nesse dia.
O filme começou.
- Mariana vai começar!
- Olha a faísca Mcqueen.
O filme acabou.
- Meninos o que acharam do filme.
- Gostei muito.
- Eu também, muito mesmo. Dizia Miguel
- Pai esta noite, eu posso ficar em casa do Miguel.
- A Catarina deixa.
- Sim, podes eles os dois são uns amores.
- Já pediste, à tua mãe, Mariana?
- Ainda não, posso ir, mãe.
- Podes, mas tens que me prometer uma coisa.
- Eu prometo mãe.
- Vais-te portar bem.
- Eu porto-me bem, podes confiar em mim, mãe.
Mariana foi com a mãe do Miguel e Carlos Eduardo foi buscar o Diogo.
- Olá Luísa!
- Olá tudo bem, como foi o cinema, foi bom. Não estou a ver a Mariana.
- A Mariana vai dormir na casa de um amigo, viemos buscar o Diogo.
- Ele pode ficar comigo, não dá trabalho nenhum.
- Não, mesmo
- O Diogo é um amor.
- Ele fica contigo.
- Fica.
Despediu-se de Diogo, pegando ao colo, e beijando-o na testa.
Chegados a casa, Carlos Eduardo disse:
- Enfim sós. E beijou Maria Eduarda na boca.
- Gosto dos teus beijos sabem a chocolate amargo.
- Há muito que prometeste que um dia, tomaríamos banho, juntos, hoje estamos sozinhos.
Carlos Eduardo desabotoa os botões da blusa, de Maria Eduarda, um por um, sentia o seu coração a bater.
Maria Eduarda tirava a camisola e beijava-lhe o peito, desapertava as suas calças e beijava-lhe a pernas, sentia o calor do seu corpo, o seu cheiro.
Agora Carlos Eduardo tirava a blusa de Maria Eduarda, olhava-a nos olhos, beijava a sua boca, sentia a sua língua ardente de desejo, a pedir mais. Com os seus dedos desapertava o soutien, beijava os seus seios com ternura, tirava-lhe as calças.
- Vamos tomar banho
Sim, vamos.
- Maria Eduarda o teu corpo é belo, és a mais bela de todas as mulheres, tens uns olhos lindos, os teus seios parecem dois pêssegos.
- És o meu príncipe Carlos Eduardo, o único homem que eu amei, és homem mais belo que alguma vez vi.
Os dois foram tomar banho. Beijaram-se, sentiam a boca arder em desejo. Olhavam-se nos olhos, passaram a esponja cheia de espuma pelos corpos dos dois. Carlos Eduardo passava água pelo corpo Maria Eduarda e ela fazia o mesmo.
Carlos Eduardo beijava todo o corpo de Maria Eduarda, sentia-o arder em chamas, beijava os seus seios já durinhos de tanto prazer, de tanta paixão, de tanto amor. A seguir beijava o umbigo, as coxas, os joelhos. Os olhos de Maria Eduarda brilhavam quando os dois se tocavam.
- Amo-te, minha bela adormecida.
Neste momento Carlos Eduardo penetrava, Maria Eduarda e ela geme de prazer.
- Continua Carlos Eduardo, mais, mais, quero mais, sou toda tua.
- Amo-te, Maria Eduarda.
Maria Eduarda gemia de tanto prazer, naqueles movimentos vai, vem.
Carlos Eduardo pára e Maria Eduarda vira-se e pela primeira vez faz sexo anal e solta um gemido.
- És demais Carlos Eduardo, fazes-me a mulher mais feliz do mundo.
No final beijaram-se loucamente, os dois eram duas almas gémeas, amavam-se como nunca ninguém se amou.

João Telo

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