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Jantar de Amigos

Carlos Eduardo organiza um jantar, para a nova amiga, de Catarina.
- Catarina diz à tua nova amiga, que para o mês que vem, pode jantar connosco.
- Sim vou-lhe dizer.
- Qual o dia?
- Dia dez.
Catarina encontra Michelle, no café.
- Olá, Michelle!
- Olá Catarina!
- Tudo de bom.
- Sim e contigo.
- Comigo tudo bem, queres jantar comigo?
- Quero, sim.
- Para quando?
- Dia dez, do próximo mês.
- Por mim, tudo bem.
- Vou avisar, os meus outros dois amigos, vais adorar conhecê-los.

Catarina avisa Maria Eduarda, que o jantar pode ir em frente.
- Olá Catarina!
- Ainda bem, que te encontro, o jantar está combinado.
- Falaste com a tua amiga.
- Sim.
- Vou começar já a tratar dos detalhes.

Chegou o dia, do jantar.
- Olá!
- Olá!
- A Catarina falou-me muito bem de si.
- Bem, espero eu.
- Com certeza que sim, vamos entrar que está frio cá fora.
- Sim, vamos.
Entraram, sentaram-se e fizeram os seus pedidos.
No final Carlos Eduardo conversa com Michelle.

A Catarina disse-nos que é lésbica, nunca sentiu algum tipo de preconceito?
- Sim senti. É um longo caminho a percorrer para que as lésbicas sejam vistas como mulheres, dignas desse respeito. Ter o meu espaço, é uma luta diária que cabe dentro da timidez e da discrição.
- Sim, o mundo está a querer mudar, mas isso não chega.
- No mundo em que vivemos, onde as estruturas perversas do poder, existem ao serviço de manter a exclusão, a invisibilidade, o silenciamento de todos os que não se enquadram. Onde a desigualdade, de forma absolutamente cruel e tirana nos seus critérios, elege aqueles que se interessam, que detêm o espaço e o direito de falar, de se expressar, de se tornar visíveis. Rótulos e classificações são necessários, para que os excluídos, possam garantir e ocupar direitos que lhes são interditos.
- Vamos pagar a conta.
- Pago eu. Michelle quer pagar a conta do restaurante
- Não, tenho uma ideia melhor, dividimos a conta e pagamos todos.
- Uma boa ideia, vamos fazer a divisão da conta.
Depois de feita a divisão e paga a conta, despediram-se.
- Gostei muito de te conhecer Michelle.
- Eu também, Carlos Eduardo.
- Hoje aprendi muito contigo.
- Obrigado!
- Vocês as duas vão sair juntas.
- Sim, vamos curtir a noite.
- Está descansada Catarina, que o Miguel fica connosco.
- Obrigado, nem sei como vos agradecer.
Catarina não foi curtir a noite, com Michelle.
- Hoje não vamos curtir a noite.
- Vamos sim, para o meu apartamento. Dizia Michelle
- Vamos gostei muito da outra vez.
Chegados a casa de Michelle, as duas tomaram um café.
- És linda, Catarina
- Tu também és Michelle, gosto do teu corpo, desses teus seios, da tua boca.
Michelle beija a boca de Catarina, o pescoço, vai-lhe tirando a roupa, primeiro a blusa. Beija-lhe os ombros, tira-lhe o soutien, beija-lhe o umbigo.
- Leva-me para o quarto. Pede Catarina
Chegados ao quarto, vê imenso brinquedos eróticos.
- Tantos brinquedos.
- Queres brincar, com eles?
- Quero sim.
- Vamos brincar.
- Sim!!!!!
Catarina já estava excitada, tira a roupa a Michelle, primeiro a camisa, desabotoa botão por botão.
- Estou adorar, estás a deixar-me nas nuvens.
Tira-lhe o soutien, beija-lhe os mamilos, já durinhos de tão excitados, o umbigo.
- Estás a deixar-me louca. Dizia Michelle
- Vou-te deixar, ainda mais.
- Tira-me as calças.
- Eu tiro.
Catarina tira as calças de Michelle e Michelle tira as de Catarina.
- A tua buceta está bem húmida. Michelle referia-se a Catarina
- Sim, deixaste-me super excitada.
- Dá-me aquela cinta e aquele anel vibratório. Pedia Michelle
- Ai Michelle, não consigo viver sem ti, amo-te, tenho fogo dentro de mim. Nunca senti nada assim.
No dia seguinte, Michelle acordou e sentiu a cama vazia. Catarina trazia o pequeno- almoço à cama.
- Gostaste desta noite.
- Sim, foi magnífica.
- Para mim, foi a melhor noite da minha vida.
As duas tomaram, o pequeno-almoço, e ficaram ali horas a conversar.


João Telo

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