Carlos Eduardo e Maria Eduarda faziam 13 anos
que se conheceram, e Carlos Eduardo queria passar um fim-de-semana a Paris,
para comemorar a data.
-
Maria Eduarda lembras-te quando nos conhecemos.
- Como
me podia esquecer, foste o meu primeiro amor, foi amor à primeira vista.
- Foi
Maria Eduarda, gostavas de ir a Paris?
-
Gostar, gostava, mas quem fica a gerir o negócio e quem fica com os miúdos.
- Não
te preocupes, o negócio fica entregue à Catarina e fica bem entregue, os miúdos
ficam com a Luísa.
- Convenceste-me.
- Eu
convenço-te, sempre.
- Não
te consigo, resistir.
- Vai
preparar as coisas, que eu já tenho os bilhetes de avião.
- Se,
eu dissesse que não.
- Eu
dou-te sempre a volta.
-
Claro que ias dar, és o meu melhor sonho.
- Vou
já tratar de tudo.
Maria
Eduarda telefona, a Luísa para combinarem.
- Olá,
Luísa!
- És
tu Maria Eduarda, como vais!
- Vou
bem, obrigado.
- O
Carlos Eduardo convidou-me para ir a Paris, e eu vou.
- É aí
que eu entro?
- Não
te importas, de ficares com os miúdos
- Eu
não, vai ser um prazer.
- Fica
combinado.
-
Combinado.
- Carlos
Eduardo, já está resolvida a minha parte, agora falta a tua.
Carlos
Eduardo fala com a Catarina.
-
Catarina vou passar, um fim-de semana a Paris, e precisava que ficasses a tomar
conta do negócio.
- Podes
contar comigo, quem me dera ir a Paris, eu e a Michelle naquela cidade
romântica!
Chagara
o dia da ida, despediram dos miúdos, em casa de Luísa.
- Vou
ter imensas saudades vossas, portem se bem.
- Eles
vão se portar bem, saem ao pai. Dizia Carlos Eduardo
- Os
dois partiram num avião, e chegaram a Paris passadas duas horas.
- Já
chegamos, vamos procurar as nossas bagagens.
-
Vamos.
Carlos
Eduardo e Maria Eduarda, já tinham as bagagens em seu poder.
-
Agora que já temos as bagagens, vamos à procura de um táxi.
-
Vamos, quero muito chegar ao hotel.
Os
dois apanharam o táxi, para o hotel.
Entraram
os dois no quarto
- Isto
não é lindo.
- Sim,
é.
Neste
momento, Maria Eduarda estava a olhar para a janela e Carlos Eduardo estava por
trás, mordiscando-lhe as orelhas e beijando-lhe o pescoço.
Maria
Eduarda vira-se de repente, e olha nos olhos de Carlos Eduardo, lembras-te
quando fizemos amor pela primeira vez?
- Sim
lembro-me, foi a tua primeira vez, disseste-me ao ouvido baixinho que eras
virgem.
-
Hoje, quero que seja como no dia da minha primeira vez.
- E
vai ser.
Carlos
Eduardo beijava a boca de Maria Eduarda, sentia o desejo na língua dela, a
seguir descia e beijava o pescoço.
Maria
Eduarda tirava a camisola de Carlos Eduardo, e Carlos Eduardo tirava a blusa de
Maria Eduarda.
A
seguir Carlos Eduardo tirava o soutien de Maria Eduarda, beijava os mamilos,
sentia o bater do seu do coração, cada vez mais forte. Beijava-lhe o abdómen, o
umbigo. Tirava-lhe as calças bem devagarinho e olhava-a nos olhos e ela retribuía,
dizendo mais, continua. Depois de tirada as calças, beijava-lhe as coxas,
descia lentamente até ao joelho, por último as pernas.
Maria
Eduarda sentia a humidade da boca de Carlos Eduardo, dos seus beijos húmidos.
Agora
beijavam-se os dois, Maria desapertava a fivela do cinto de Carlos Eduardo e
dizia.
- És
meu, só meu e de mais ninguém.
- Sou
teu para todo sempre.
Maria
Eduarda beijava-lhe o pescoço, o abdómen, o umbigo. Tirava-lhe os boxers bem
devagarinho, e continuava a beijar agora as suas coxas musculadas, as suas
pernas.
Carlos
Eduardo penetra Maria Eduarda, ela sente o pénis todo dentro de si, e sente
todo o prazer.
Carlos
Eduardo começa devagar, e aumenta aquele vaivém.
-
Continua, que está ser tão bom, não consigo descrever.
-Ai,
ai, ai…. Estou a ter um orgasmo.
Ouvir
os gemidos de Maria Eduarda, deixavam Carlos Eduardo ainda mais excitado.
No
final os dois estavam exaustos.
-
Carlos Eduardo és o homem da minha vida, o sonho de qualquer mulher, és um bom
pai, um bom marido e bom na cama.
- E tu
és o sonho de qualquer homem.
-
Poucos são os homens, que sabem satisfazer uma mulher, e tu sabes.
-
Vamos-mos nos levantar, para conhecer alguma coisa da cidade.
-
Vamos.
-
Tomaram o pequeno-almoço e saíram para conhecer Paris.
-
Primeiro vamos ver a torre Eiffel e vemos também os campos elísios.
Chegados
à torre effel e aos campos elisios.
-
Estou adorar é muito lindo!
- Eu
sabia que ias gostar.
-
Gosto muito destes jardins.
- Sim
são lindos, bons para passear.
-Vamos
ver também, o arco do trinfo.
À
tarde foram ver a basílica Sacré Coeur e monmartre.
-
Vamos ao Sacre couer, é uma Basílica e um miradouro sobre Paris.
-
Tenho a certeza que vou adorar!
-
Claro que sim.
-
Agora vamos conhecer o monmartre, que é conhecida pelos artistas, pintores que
vendem e que pintam nas ruas.
-
Tinhas razão, tudo isto é lindo.
-
Estás a gostar?
-
Estou sim.
-
Vamos para o hotel.
-
Vamos porque paris é capital do amor, não é só cidade de passear.
No
quarto à noite, olhavam-se mutuamente, bem juntinhos.
- Hoje
é a nossa última noite.
- Eu
sei, Carlos Eduardo.
- Vamos acabar, o nosso
fim-de-semana em beleza
Os
dois começaram a beijar-se como se fosse a última vez.
-
Beija-me Carlos Eduardo, quero ser tua hoje, mais uma vez, quero sentir a tua
chama do teu fogo.
Carlos
Eduardo e Maria Eduarda tiravam a roupa, ficaram nus.
Carlos
Eduardo pegava num cubo de gelo e passava pelo corpo de Maria Eduarda e tocava
nas zonas mais sensíveis do seu corpo.
-
Carlos Eduardo estás-me a deixar, louca de prazer.
Beijava
todo o corpo, por onde tinha passado o cubo de gelo.
Maria
Eduarda beijava todo o Corpo de Carlos Eduardo, o abdómen, o umbigo, as coxas e
as pernas.
Olhava
nos olhos de Carlos Eduardo.
-O que
vais fazer?
- Já
vais ver.
Maria
Eduarda fazia sexo oral.
Gostaste?
-
Adorei, fui à lua e vim.
Tudo o
que é bom acaba depressa!
Beijei
a tua boca
Senti
a tua língua
a
percorrer o meu corpo
Deixaste-me
louco de prazer
o teu
corpo estava chamas,
quando-te
senti a entrar em mim
És
fogo que arde.
Serás
minha para todo sempre
João
Telo
Hum, que romântica Paris. Estes dois sao eternos apaixonados. Este trecho da estrada está uma delícia de leitura.
ResponderEliminarSimplesmente encantador amei!!! Mexe muito com mulher romântica. Parabéns ótimo texto.
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